
O músico piracicabano Alessandro Penezzi avançou mais um passo na sétima edição do Prêmio Visa – edição instrumental. Ele foi um dos 12 selecionados para a semifinal do concurso, que deve acontecer entre os dias 28 de julho a 10 de agosto.
Penezzi fez apresentação no último dia dois, no Espaço Promon, em São Paulo. O violonista abriu com Pixinguinha (Vou Vivendo) e com experiência encarou Desvairada, de Garoto. Estas foram as duas canções, aliada à técnica do músico, que garantiram à Penezzi a classificação na semifinal.
Serão quatro semifinais, sendo três candidatos por apresentação. Todos concorrem entre si e o júri, dentre os 12 semifinalistas, seleciona três candidatos para a final, que ainda não tem data definida. O valor do prêmio é de R$ 110 mil e dá direito à gravação de um CD (ao primeiro colocado), pelo selo Eldorado, com a participação de até cinco músicos acompanhantes. Já a segunda e terceira colocação, recebem, além do troféu e certificado, R$ 55 e 35 mil, respectivamente.
CARREIRA – Motivos não faltam para Penezzi se orgulhar de mais uma classificação no prêmio. Ele atua no meio musical desde os sete anos e dá um show em instrumentos como violão clássico, violão tenor, violão de sete cordas, cavaquinho, bandolim e flauta transversal.
A participação no Prêmio Visa não é inédita para o músico, que em 2002 esteve junto com o grupo Quintessência. É com este grupo que Penezzi já percorreu vários caminhos. Passou pela Rússia, Estados Unidos e África.
Desde os 13 anos se apresenta profissionalmente e acompanha artistas de renome, como o flautista Carlos Poyares, o sambista Noite Ilustrada, Silvio Caldas, Sandy e Júnior, entre outros.
Penezzi estudou violão erudito na Escola de Música de Piracicaba, sob a
orientação do professor Sérgio Belluco e do maestro Ernst Mahle. Formou-se
em violão clássico em 1997. Atualmente, leciona na Escola de Música &
Tecnologia, em São Paulo. Hoje cursa Bacharelado em Música Popular na Unicamp, São Paulo, sob a orientação do renomado violonista Ulisses Rocha.
Em novembro de 2000, esteve numa turnê pela África, nas cidades de Joanesburgo (África do Sul) e Luanda (Angola), num Duo com o
bandolinista Aleh Ferreira. Os concertos contaram com o apoio da Embaixada
Brasileira em Angola e do Ministério das Relações Exteriores, para as
comemorações de Independência de Angola.
Alessandro Pennezzi participa do Prêmio Visa
O músico Alessandro Penezzi está rindo à toa. Ele foi um dos poucos selecionados para as eliminatórias da sétima edição do Prêmio Visa de Música Brasileira. Mais de três mil pessoas realizaram a inscrição e Penezzi está entre os 24 finalistas. O desafio agora é chegar à primeira colocação. Se conseguir o feito, ele receberá R$ 110 mil e terá direito à gravação de um CD, com a participação de até cinco músicos acompanhantes.
Mesmo confiante em seu talento, o violonista piracicabano já está contente com a notícia. Ele pode ser considerado privilegiado, pois driblou candidatos não só brasileiros, mas também da Alemanha, Áustria, Espanha, Estados Unidos, França e Itália.
As eliminatórias do concurso terão início em 31 de maio e seguem até 21 de junho. Depois disso, têm início as semifinais do prêmio, disputadas por apenas 12 instrumentistas. A final será em setembro e os locais ainda não foram divulgados pela organização do evento. Durante as eliminatórias, cada concorrente deve apresentar quatro músicas. Duas devem ser conhecidas do repertório brasileiro. Se chegar na fase final, Penezzi terá que apresentar três músicas, ao lado de outros dois concorrentes. Ele disse que pensa em apresentar composições próprias, mais ainda é muito cedo para falar no assunto.
CARREIRA – Motivos não faltam para Penezzi se orgulhar da colocação. Ele atua no meio musical desde os sete anos e dá um show em instrumentos como violão clássico, violão tenor, violão de sete cordas, cavaquinho, bandolim e flauta transversal.
A participação no Prêmio Visa não é inédita para o músico, que em 2002 esteve junto com o grupo Quinta Essência. É com este grupo que Penezzi já percorreu vários caminhos, passando pela Rússia, Estados Unidos e África.
A carreira do músico é marcada por muita agitação. Alessandro toca todas as terças-feiras num bar chamado Borogodó, em São Paulo, cidade que lhe deu a oportunidade para mostrar o seu talento. Às sextas-feiras, as apresentações acontecem no bairro Pinheiros, no bar Traço de União. Ainda arruma tempo e nas horas vagas dá aulas dos mais diversos instrumentos.
O primeiro disco solo “A Piso de Rosas” foi uma grande realização, mas agora o músico pensa no futuro. Tanto que pretende gravar um outro disco com o violinista de sete cordas Zé Barbeiro. Com o quarteto Choro Rasgado, Alessandro também pretende entrar no estúdio.
Nesta semana ele está ensaiando com uns amigos para fazer uma apresentação no Teatro Adamastor, em Guarulhos. Além disso, irá realizar um concerto em Bertioga, ao lado do flautista Rodrigo e Castro.
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